“Queer não é representado como uma singularidade, mas como parte de um conjunto de tecnologias de resistência que inclui coletividade, imaginação e uma espécie de compromisso situacionista com a surpresa e o escândalo.” (Jack Halberstam em A Arte Queer do fracasso).

Núcleo de Pesquisa em Performatividades Queer é um laboratório teórico-prático de experimentações em estéticas desviantes e Kuirs.

Período:

de 03 de abril a 12 de julho

Encontros:

Toda quinta-feira de 19h as 22h + 1 encontro extra em horário alternativo combinado previamente

Carga horária:

50 horas/aula

Atendimento da Secretaria

Seg a Sex, 14h – 19h
Sáb, 10h – 15h
(31) 99424-0217
cursos@galpaocinehorto.com.br

“Queer não é representado como uma singularidade, mas como parte de um conjunto de tecnologias de resistência que inclui coletividade, imaginação e uma espécie de compromisso situacionista com a surpresa e o escândalo.” (Jack Halberstam em A Arte Queer do fracasso).

Núcleo de Pesquisa em Performatividades Queer é um laboratório teórico-prático de experimentações em estéticas desviantes e Kuirs.

Período:

de 03 de abril a 12 de julho

Encontros:

Toda quinta-feira de 19h as 22h + 1 encontro extra em horário alternativo combinado previamente

Carga horária:

50 horas/aula

Atendimento da Secretaria

Seg a Sex, 14h – 19h
Sáb, 10h – 15h
(31) 99424-0217
cursos@galpaocinehorto.com.br

O “Núcleo de Performatividade Queer” é um projeto inovador de experimentação cênica que visa explorar e celebrar as temáticas queer, voltado especialmente para a comunidade LGBTQIAPN+ de Belo Horizonte. Ao longo de 16 encontros semanais, os participantes serão guiados por artistas mineires de destaque, Igui Leal e Cleo Magalhães, em um processo criativo que une teoria e prática na criação de cenas, com ênfase no áudio como elemento central da composição.

Tema do Ano: “Darkroom – Uma Experiência AUDIOvisual”

Neste ano, o núcleo se concentrará no conceito de “darkroom”, utilizando essa ambiência como um espaço de exploração e liberdade criativa. Os participantes trabalharão coletivamente para desenvolver uma dramaturgia única que reflita e expresse as múltiplas facetas das experiências queer, desafiando normas e convenções através de imagens e sonoridades que emergem do escuro das nossas idiossincrasias.

Ao final do curso, os participantes apresentarão suas criações em um evento aberto ao público, celebrando a diversidade e a riqueza das experiências queer em Belo Horizonte. O “Núcleo de Performatividade Queer” se propõe a ser um espaço de resistência, criatividade e empoderamento para a comunidade LGBTQIAPN+.

 

Objetivos: 

Proporcionar um espaço seguro e acolhedor para a expressão artística e a troca de experiências entre os participantes.

Explorar técnicas e teorias relevantes à criação cênica e cinematográfica, com foco no uso do áudio como ferramenta criativa.

Desenvolver uma dramaturgia coletiva que reflita as vivências e identidades queer, promovendo a visibilidade e a representação.

 

Metodologia:

 

Aulas teóricas e práticas, incluindo um workshop com artista convidado, discussões em grupo e sessões de feedback. Atividades de criação colaborativa, onde os participantes serão incentivados a compartilhar suas ideias e experiências. Exploração de diferentes formatos e mídias, incluindo teatro, performance e cinema e compartilhamento de materiais teóricos sobre as teorias queers.

Público alvo: Artistas, estudantes, pesquisadores, ativistas, comunidade LGBTQIAPN+ e público interessado.

Coordenação

Cléo Magalhães

Cléo Magalhães é Ator, Diretor, Roteirista, Produtor e Preparador de elenco. Formou-se em teatro pela Casa de Arte e Ofício do Grupo Mineiro Ponto De Partida.Foi também Criador do projeto Bar de Papo, no qual atua desde 2005, onde surgiu sua persona drag “ Simplesmente Marta” que ele da vida ate hoje. É um dos criadores do coletivo Teatro 171 que atua na cidade de BH desde 2009.

Há alguns anos vem pesquisando o trabalho do ator no cinema e principalmente no Cinema LGBTQIAPN+. Trabalhou como preparador de elenco no Studio Fátima Toledo em SP, onde produziu, dirigiu e roteirizou vários trabalhos dos alunos da escola. Desde então Cléo vem atuando em vários filmes, series e publicidades. Em 2015 cria os módulos de interpretação para cinema e direção de atores na escola Porto Iracema das Artes em Fortaleza CE.

Em 2015 cria o N.E.C.A (Núcleo de Experimentação Cinematográficos LGBTQIAPN+) e nesse projeto já dirigiu e coordenou vários trabalhos como o curta “ Pode Entrar”, o piloto da serie “ Aluga-se Vagas” (projeto a ser finalizado), o vídeo clip “ Narciso” de Marcelo Veronez, O experimento cênico “ Cinema ao vivo” e muitos outros. Atualmente além de coordenar o Núcleo, Cléo também viaja com o espetáculo LUTA da atriz Teuda Bara em que assina a direção e dramaturgia e prepara seu primeiro Longa Metragem, Cinema Orly.

Igui Leal

Igui Leal é artista, pesquisadore, produtore e educadore. Pesquisa, estuda e cria a partir de questões que abordam teatro, performance, identidades de gênero, sexualidades, educação e direitos humanos. É Mestre em Teatro pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais. É Bacharel em Psicologia pela mesma Universidade. É formade pelo Centro de Formação Artística e Tecnológica – CEFART, Palácio das Artes. Tem formação em Licenciatura de Teatro na UFMG. Integra o Núcleo de Pesquisa Atuar-Produzir e o projeto de extensão Infâncias Plurais, ambos vinculados ao curso de Teatro da Escola de Belas Artes -UFMG. Foi professore da Escola Valores de Minas/Cicalt. Atualmente é professore da Rede Estadual de Minas Gerais. No cinema estreou “Tudo o que você podia ser” e “Parque de Diversões” de Ricardo Alves Jr e “Determino coragem coragem” de Cris Araújo e André Victor. Co-fundadore da Plataforma Beijo e da Mostra de arte Quarta Kuir.