Mostra dos Cursos Livres | 1º semestre 2018 | DIA 4

A Mostra dos Cursos Livres de Teatro do Galpão Cine Horto tem como objetivo criar um espaço para que o aluno possa experimentar, diante de uma plateia, os exercícios propostos em sala. Essa experiência, ao mesmo tempo pedagógica e artística, é fundamental para o processo de amadurecimento e apropriação do conteúdo desenvolvido no semestre, pois a prática do teatro está além da apresentação de espetáculos e cenas. Para que isto aconteça, é preciso estar atento, escutar a si mesmo e ao outro, confiar, arriscar-se e, sobretudo, estar disponível para o jogo.

E é nessa atmosfera de risco, prazer e generosidade que convidamos os amigos e familiares a compartilhar conosco mais uma etapa de nossa aprendizagem.

 

>>> Matrículas abertas para o 2º semestre de 2018

> início das aulas: 4 de agosto

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Temos ótimas novidades para 2018!

Qua, 11/07 – 20h

 

TEATRO 1 – TURMA 3

FIM DE PARTIDA

“Acabou, está acabado, quase acabando, deve estar quase acabando.” Em contraste com sua posição no texto, é
precisamente assim que Samuel Beckett inicia sua peça Fim de Partida. O texto do autor Irlandês é, junto com os
corpos, as composições, dinâmicas, jogos, relações, vocalidades e afetos, um dos materiais que margearam os
estudos desse semestre com a turma de Teatro 1. Trabalhamos com esses elementos como dispositivos e
ferramentas para uma primeira aproximação com o fazer teatral: o artesanato do ator. O fio condutor para esse
exercício é a ideia de contraste, presente na partitura do ator, na composição espacial e nas relações intrínsecas ao
texto escolhido.

Professor: Cristiano Peixoto

Alunos: Ana Carolina Chiencatti, Bruno Cruz, Celso Meireles, Davidson Rocha, Eduardo Coelho, Isis Carvalho,
Juliana Blom, Lucas Magalhães, Luisa Silveira, Mauro Zauria Zuim, Maya Nunes, Nayara Veloso, Priscila
Tessuto, Thiago Veloso, Verônica Vitória

 

TEATRO 1 – TURMA 4

CARTA AO CHÃO – O RECOMEÇO DO COMUM, INCOMUM

Estamos todos no chão. O que vocês veem? Nesse momento estamos em posição de igualdade, pois o chão é
absoluto – apesar das diferenças de piso, e das irregularidades do solo. O chão, com seu infinito de possibilidades.
Talvez porque relacionamos chão à dor, não gostamos desse momento, mas continuamos tentando estar nele de
forma mais amena. Sentir em cada articulação o resultado de nossas lutas e esforços travados contra nós mesmos.
Alcançar o inalcançável. Fugir do cotidiano, experimentar. Um impulso contra a força que teima em nos derrubar, sem
nunca ter pensado de fato como é estar no chão; e, andar. Às vezes colocamos na cabeça que queremos voar e ele,
como um bondoso pai, vem rápido parar nossa queda. Às vezes tentamos fingir que ele não existe, criar nosso próprio
chão de imaginação. Aliás, quem disse que só podemos por nossos pés no chão? Somos o chão, estamos no chão.
Tornamo-nos nada e tudo. Estamos todos no chão. O que vocês veem?

Professora: Letícia Castilho

Alunos: Ailton Santos Silva Júnior, Alexandre Pacheco, Anderson Rocha, Bárbara Costa, Bruno Montiel, Emerson
Campos, Fernando César, Iara Coimbra Gomes, Jacqueline Christina Silva Môia, Laura Compart, Maitê Boson,
Matheus Ibrahim, Melissa Campos Alves, Paulo Soares, Ramon Ramos, Verônica Guimarães

 

TEATRO 2 – TURMA 1

PEITO! PEITOS! QUAL É A SUA LUTA?

Inúmeras autoras (Rupi Kaur, Marina Colasanti, Conceição Evaristo) e autores (Brecht e Marcelino Freire) nos
inspiraram ao longo deste semestre e também suscitaram muitas questões! Sobre o que falar nestes tempos
estranhos? Como dizer? Como falar de amenidades diante da realidade? Como buscar a poesia?
Vários fragmentos desses textos integram a nossa composição, onde o jogo entre o corpo, o espaço e a palavra nos
propõem uma maior escuta ao outro. Buscamos o afeto!
Seguimos!

Professora: Glaucia Vandeveld

Alunos: André Augusto Deodato, Celia Maria Rocha e Paiva, Cirlene Soares Rego, Clara Luz Fonseca Ribeiro
Bastos, Corina Macedo Vieira, Fernanda Moura, Gisele Hostalácio, Heberton Lopes, João Lucas Baptista, Jonathan
Fernando de Morais Ribeiro , Juliano Baeta, Luísa Lobo, Natália Morais, Tage Marral

 

TEATRO 4 – TURMA 1

NOITES CLANDESTINAS

Eles venceram, e o sinal está fechado pra nós que somos jovens. O fim dos nossos sonhos tem data marcada para
amanhã. É possível celebrar a noite que antecede o fim do mundo? Na iminência de um futuro distópico e ditatorial,
que se torna cada vez mais presente, jovens sonhadores revivem e reinventam palavras-chave: convívio, afeto,
encontro. Eles vivem, por apenas uma noite, um grande delírio coletivo com goles de vinho barato, lapsos de memória
e alguns versos de poesias e histórias. É a última celebração. Amanhã vai ser outro dia?

Professor: Fábio Furtado

Alunos: Adriano Vilaça Goyatá, Anna Bicalho, Carlos Augusto Nogueira, Gilka Fernandes Costa, Igor Viana, Maria
Celia Bastos, Raquel Vasconcelos Boaventura Leite, Samuel Gomes Pereira

Roteiro dramatúrgico: Clara Garavello

Data: 11 de julho
Horário: 20h
Ingresso: Entrada gratuita
Classificação: Livre
Categoria: | Assuntos:

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